Vicente Alves do Ó (1972)

Começou por destacar-se como argumentista de telefilmes e só depois se apaixonou pelo teatro. Escreveu algumas peças que encenou com um grupo de amigos, lá para as bandas do Alentejo. Os argumentos vieram depois. A paixão pelo cinema apresentou-lhe uma nova forma de escrever e, a pouco e pouco, tentou aprender onde pôr as ideias e criar as imagens: afinal, um filme é a conjugação ideal das duas e o segredo está no equilíbrio.

Desde que enviou MONSANTO para um produtor – o seu primeiro filme, retrato fiel da guerra de África - as coisas começaram a correr duma forma mais séria, mais profissional, e os filmes e ideias ganharam corpo e vida.

FACAS E ANJOS foi o seu segundo telefilme.

No cinema, trabalhou com António Pedro Vasconcelos, bem como com outros realizadores e actores de renome. Além disso, continua a escrever muito: uma vintena de guiões, um romance, três curtas-metragens.

A sua primeira longa-metragem, QUINZE PONTOS NA ALMA, estreou em 2011 com o apoio do Instituto do Cinema e do Audiovisual do Ministério da Cultura.

Livros traduzidos:

  • Kiss me
    Tradução Jasmina Nikolić. Beograd: Mono i Manjana, 2011