José de Alencar (1829 - 1877)
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Nasceu em Messejana, na época um município vizinho a Fortaleza, em 1 de maio de 1829, e faleceu no Rio de Janeiro, em 12 de dezembro de 1877. Foi jornalista, político, advogado, orador, crítico, cronista, polemista, romancista e dramaturgo.
Formado em Direito, iniciou a atividade literária no Correio Mercantil e no Diário do Rio de Janeiro. Em 1856, Alencar publicou seu primeiro romance e mais adiante, completou sua trilogia indigenista: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). Em 1859, tornou-se chefe da secretaria do Ministério da Justiça. Em 1860 ingressou na política como deputado estadual no Ceará, sempre militando pelo Partido Conservador. Entre 1868 e 1870 foi Ministro da Justiça. Em 1869, candidatou-se ao senado do Império, não sendo escolhido pelo Imperador D. Pedro II por ser muito jovem ainda.
Sua obra literária é volumosa. Em um momento de consolidação da Independência, Alencar representou um dos mais sinceros esforços patrióticos em povoar o Brasil com conhecimento e cultura próprios, em construir novos caminhos para a literatura no país. Em sua homenagem, foram erguidos uma estátua no Rio de Janeiro e um teatro em Fortaleza, chamado "Teatro José de Alencar".
Livros traduzidos:
- Irasema [Iracema]
Tradução Mladen Ćirić. Beograd: Glosarijum, 2011


