Fernando Pessoa (1888 - 1935)

Nascido em Lisboa, em 13 de Junho e falecido 47 anos depois, a vida do Pessoa consistiu, por assim dizer, em não haver vida: não casou, não teve filhos, não teve emprego certo, não teve (tirando Mário de Sá-Carneiro), amigos íntimos, não concluiu um curso superior, não viajou. A sua vida foi uma sucessão ininterrupta de não aconteceres.

É o mais universalizado e comentado dos poetas portugueses desde Camões, o mais influente, o mais lido, o mais permanentemente intrigante. Fernando Pessoa, poeta bilingue, cidadão português ambíguo porque, no fundo, eterno estrangeiro em toda a parte, há-de continuar a ser, por muitos e bons anos, o pretexto para uma bibliografia abundante. 

A sua obra, cuja publicação sistemática foi iniciada em 1942, encontra-se ainda hoje, apesar da volumosa parte já dada à luz, não totalmente revelada.

É sem dúvida um dos autores portugueses mais traduzido, a sua obra está disponível em mais de trinta línguas.

Livros traduzidos:

  • Knjiga nespokoja [Livro do desassossego]
    Tradução Jasmina Nešković. Beograd: Paideia, 2011
  • Bankar anarhista [O banqueiro anarquista]
    Tradução Tatjana Manojlović. Beograd: Službeni glasnik, 2011
  • Izabrane pesme [Obra poética (Ortónimo e Heterónimos: Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Alberto Caeiro]
    Tradução Jasmina Nešković. Beograd: Paideia, 2011
  • Luka na pučini: poeme Alvara de Kampuša [Poesia de Alvaro de Campos]
    Tradução Jasmina Nešković. Beograd: Paideia, 2001
  • Večiti kalendar: pesme Albert Kaejra i Rikarda Reiša [Poesia de Alberto Caeiro e Ricardo Reis]
    Tradução Jasmina Nešković. Beograd: Paideia, 1999
  • Poznati stranac: pesme Alvara de Kampuša [Poesia de Alvaro de Campos]
    Tradução Jasmina Nešković. Beograd: Paideia, 1996